Este era para ser o primeiro post do blog.
Quando o criei em Janeiro de 2015 (acredito que seja essa a data) tinha começado a planejar este post. O título original era "Déjà vu, TDAH e Intelectualidade" e eu conservei boa parte do texto para manter o vínculo com a raiz. Não sou bom em desapegos (melhor do que desapegar é não se apegar - hipocrisia é meu forte).
Vou tentar manter a linha de pensamento, mas eu mal me lembro o porquê resolvi escrever isso. Especialmente a parte do 'TDAH e Intelectualidade', vai ficar nos rascunhos para um outro artigo. Conservei parte do artigo original, então de certa forma ainda é o mesmo, só que expandido e completo.
Se alguém acompanha isto aqui (que eu chamo de meu blog) deve estar decepcionado com a minha falta de regularidade. Eu já me agarro a compromissos demais. Não vou me prender a escrever aqui. Tudo que sai aqui flui pelos meus dedos em completa espontaneidade. Esta é minha válvula de escape.
Acho que este é o propósito deste blog. Gritar num quarto escuro.
Metade quer ser ouvida,
Em Dezembro do ano passado eu estava frustradoe putasso, logo se explica a existência dos 2 únicos posts no mesmo mês/momento (até agora).
Não vou prometer regularidade. Mas que eu queria escrever mais, eu queria.
Bem, se me deixar eu fico devaneando o dia inteiro (vocês já perceberam isso, é assim que o material aqui surge). Então, vamos voltar alguns anos no tempo..
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Vou começar falando do dia que comecei esse blog. 14/01/15, no IFAL Campus Maceió, na sala do Grêmio Estudantil Edson Luiz.
Eu tive um Déjà vu, um dos mais estranhos. Eu tive a sensação convicta de já ter vivido aquele momento antes.
Eu diante do PC, Windows XP, usando o Dropbox e vendo o boletim 14.01.15.
Foi mais ou menos nesse ponto do texto que eu parei a tempos. Na verdade fazem anos então não me lembro bem daquele momento. Mesmo que para mim seja fácil esquecer coisas (eu gasto uma energia imensa para não perder as chaves, vocês não fazem ideia do esforço mental) e seja difícil lembrar nomes, eu não esqueço de lugares e sensações (eu sempre lembro das sensações / sentimentos). Num impulso eu criei o blog e comecei a digitar. Um pequeno texto. Acabei gastando mais tempo escolhendo temas do que escrevendo, o blog ficou tomando poeira desde então. A mais ou menos um ano eu ressuscitei (lembrei que ele existia, por um acaso) e publiquei o artigo saudações. Dias depois um desabafo de Natal (que a anos queria poder gritar pro mundo) e mais meses empoeirando.
E desde então, a cada mês que se passa sem que eu publique esse artigo(de importância extrema para a ciência e evolução humana) parece que algo me corroí na alma e impele a terminar o interminável. Mais uma sensação estranha. Um dia eu publico meu livro de contos estranhos..
Quando o criei em Janeiro de 2015 (acredito que seja essa a data) tinha começado a planejar este post. O título original era "Déjà vu, TDAH e Intelectualidade" e eu conservei boa parte do texto para manter o vínculo com a raiz. Não sou bom em desapegos (melhor do que desapegar é não se apegar - hipocrisia é meu forte).
Vou tentar manter a linha de pensamento, mas eu mal me lembro o porquê resolvi escrever isso. Especialmente a parte do 'TDAH e Intelectualidade', vai ficar nos rascunhos para um outro artigo. Conservei parte do artigo original, então de certa forma ainda é o mesmo, só que expandido e completo.
Se alguém acompanha isto aqui (que eu chamo de meu blog) deve estar decepcionado com a minha falta de regularidade. Eu já me agarro a compromissos demais. Não vou me prender a escrever aqui. Tudo que sai aqui flui pelos meus dedos em completa espontaneidade. Esta é minha válvula de escape.
Acho que este é o propósito deste blog. Gritar num quarto escuro.
Metade quer ser ouvida,
a outra só quer botar pra fora.
Em Dezembro do ano passado eu estava frustrado
Não vou prometer regularidade. Mas que eu queria escrever mais, eu queria.
Bem, se me deixar eu fico devaneando o dia inteiro (vocês já perceberam isso, é assim que o material aqui surge). Então, vamos voltar alguns anos no tempo..
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Vou começar falando do dia que comecei esse blog. 14/01/15, no IFAL Campus Maceió, na sala do Grêmio Estudantil Edson Luiz.
Eu tive um Déjà vu, um dos mais estranhos. Eu tive a sensação convicta de já ter vivido aquele momento antes.
Eu diante do PC, Windows XP, usando o Dropbox e vendo o boletim 14.01.15.
Foi mais ou menos nesse ponto do texto que eu parei a tempos. Na verdade fazem anos então não me lembro bem daquele momento. Mesmo que para mim seja fácil esquecer coisas (eu gasto uma energia imensa para não perder as chaves, vocês não fazem ideia do esforço mental) e seja difícil lembrar nomes, eu não esqueço de lugares e sensações (eu sempre lembro das sensações / sentimentos). Num impulso eu criei o blog e comecei a digitar. Um pequeno texto. Acabei gastando mais tempo escolhendo temas do que escrevendo, o blog ficou tomando poeira desde então. A mais ou menos um ano eu ressuscitei (lembrei que ele existia, por um acaso) e publiquei o artigo saudações. Dias depois um desabafo de Natal (que a anos queria poder gritar pro mundo) e mais meses empoeirando.
E desde então, a cada mês que se passa sem que eu publique esse artigo
Voltando no tempo again...
Então eu comecei a escrever (14.01.15) o que eu sabia do tema. Pela pouca informação que tenho (em boa parte obtida da Wikipédia - o artigo Déjà vu deles está precisando muito de uma reforma) o que tenho na maioria das vezes é um Déjà vecu, em frânces "Eu já vivi". É bem assim: eu estou em dado ponto de observação (nos enxergamos o mundo em 1ª pessoa!) e tenho aquela sensação estranha de que a cena é familiar. Mas minha memória não consegue achar algo a relacionar com aquilo, então tudo se torna estranho-familiar. Geralmente é bem rápido, coisa de 3 segundos, mas eu já tive essa sensação por 30 segundos, como se eu soubesse cada coisa que ia acontecer. E já tive um dia (na época em que estudava no IFAL) em que parecia que eu já tinha vivido ele. Cada coisa, vestir a roupa, pegar o ônibus, andar pelo campus, tudo parecia surreal, irreal, já vivido, falso. Houveram épocas em que tive muitas sensações assim e hoje aos 22 anos mal tenho 1 déjà vu ao ano. As pessoas dizem que os têm em momentos estressantes, comigo acontece quando estou mais relaxado.
Déjà vu's são um tanto místicos pra ser sincero e marcam profundamente na mente.
Eu tenho uma teoria! (adoro dizer isso) Os Déjà vu/Déjà vecu são na verdade checkpoints (sim, essa é uma teoria baseada em videogames, e filmes e livros e tanta besteira...). No nosso destino somos livres até certo ponto. Deus é um ser de 4ª dimensão (ou 5ª, 6ª...) que tem nossas vidas sob controle, calculadas (sim, estou abstraindo a concepção tradicional do divino). Na verdade quando pensamos estar tomando um caminho diferente estamos só optando por uma das muitas escolhas possíveis. O universo é como a Matrix e tudo que acreditamos ser real é uma ilusão (como definir o que é real ou ilusão? - recomendo o 1º episódio de Sword Art Online II) controlada por Ele. Um teste. E os Déjà vu são pontos de marcação, check. Um local, momento em que você tinha que estar lá. Seja porque obrigatoriamente temos que passar por esses pontos (então não há livre-arbítrio de verdade) ou porque são pontos de chegada que nos mostram se estamos indo no caminho correto (gosto muito mais dessa hipótese), pontos-guia. Sinais divinos.
Talvez eu esteja totalmente errado e a Trinity esteja certa:
"Um déjà vu é uma falha da Matrix, Neo. Acontece quando estão consertando alguma coisa"
Será que Deus é o Arquiteto da Matrix? Eu gosto de pensar nisso e os maçons também. GADU.
Será que Deus é o Arquiteto da Matrix? Eu gosto de pensar nisso e os maçons também. GADU.
"Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos."
Deus -- Isaías 55:9
Sei que parece pura loucura (esse blog é meu espaço para devaneios ora!) mas pense bem, reflita..
Volta ao início se quiser. Eu sei que você não tá entendo coisa alguma. Eu mesmo não entendo muitas vezes, mas como disse Clarice, "Enquanto eu tiver perguntas e não houver resposta continuarei a escrever."
Bem, eu tento sempre aliar o que estudo nas escrituras com a ciência. Essas são minhas observações. Eu digo sempre que não tenho 100% de certeza que o mundo é real. Sempre tive a sensação que tem algo muito errado com o mundo (e quando digo mundo quero dizer a minha percepção de realidade). Eu deveria falar sobre religião também? Minhas convicções religiosas são interessantes? Eu acho que não devem ser um tema em si. Geralmente vocês as leem/lerão incutidas no meio de tudo, pois para mim uma coisa não se separa da outra. Todas as coisas estão conectadas.
(não sei porque pergunto. raramente vejo um blog ter comentários. se fosse no Facebook, talvez..)
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É possível ter um Déjà vu e lembrar que já teve ele? Eu já tive um Déjà vu em que tive a sensação de que não era a primeira vez que eu tinha aquele Déjà vu. Neste caso foi realmente um Eu ja vi, estava eu andando na rua, perto de casa, um caminho que fiz a vida inteira. Nos últimos 5 anos tenho passado ali pelo menos uma vez por semana, as vezes todos os dias, mas em um dia específico (que como sempre eu não lembro do dia, nem mês), ao entardecer algo disparou a sensação. Parecia que aquele frame específico já estava na minha memória, mas não fazia o menor sentido. Porque aquilo era especial? Algo na posição específica, no ponto de observação, na luz perfeita da tarde, algo me atrai(a?) e me fascina(va?). Será que realmente existe algum significado? Ou estou eu fazendo o mesmo que nossos antepassados, atribuindo significado ao vazio da nossa existência. Quem sabe?
E se na verdade um Déjà vu ocorre porque nós já vivemos aquele momento? Como um jogo, continuamos reiniciando de certos pontos (que são os déjà vu/vecu). E se a vida é um ciclo infinito?
E estamos reiniciando, voltando, voltando, voltando e fazendo de novo e de novo.
E estamos reiniciando, voltando, voltando, voltando e fazendo de novo e de novo.
E se tudo for um Show de Truman e eu sou a única pessoa, o único ser real?
E se eu não for a pessoa real? Eu for só mais um na Matrix. Figurante na história de alguém.
E se eu não for a pessoa real? Eu for só mais um na Matrix. Figurante na história de alguém.
É possível ter certeza de alguma coisa?
...
Aqui estou eu gritando do vazio da existência.
...
Aqui estou eu gritando do vazio da existência.
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